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O dom de Deus em nossa Vida

A Bíblia Sagrada é categórica, ao afirmar que existe somente um único Deus.

A Bíblia afirma, e, por isso, cremos que o Pai é divino, isto é, ele é Deus: Deus, o Pai, nele colocou o seu selo de aprovação (Jo 6:27 cf. 2 Co 1:2; Ef 4:6; 1 Pe 1:2 3). Se o Pai é Deus, consequentemente, é, também, eterno (Sl 90:2). Deus, o Pai, existe antes de todas as coisas. Não foi gerado e nem criado; sempre existiu e sempre existirá. O passado, o presente e o futuro são, igualmente, conhecidos por ele, que observa todos os acontecimentos como um todo interrelacionado. A Bíblia diz que ele é eternamente bendito (2 Co 11:31); nos deu uma eterna consolação (2 Ts 2:16). Também nos diz que a vida eterna que nos foi manifesta estava com o Pai(2 Jo 1:2). Ele é perfeito (Mt 5:48) e, em seu ser, não há mudança ou sombra de variação (Tg 1:17).

As Escrituras também mostram que o Pai é onisciente (1 Pe 1:2; Mt 6:4, 6, 18). Além disso, Deus Pai é mencionado como Senhor soberano de toda a criação: … para nós há um só Deus, o Pai, de quem todas as coisas procedem e para quem vivemos (1 Co 8:6). Tudo vem dele e é para ele que vivemos. Da mesma forma, o Pai também é o sustentador do universo; está presente e ativo na sua criação. Ele criou o mundo, mas não o abandonou a sua própria sorte; antes, intervém na história do universo. É o Pai que está no céu quem faz nascer o sol sobre maus e bons e faz chover sobre justos e injustos (Mt 5:45). É ele quem alimenta as aves do céu (Mt 6:26) e sabe das nossas necessidades básicas (v. 32).

A responsabilidade de conduzir a própria vida, reconhecendo-a como dom de Deus, é muito séria e desafiadora. Uma tarefa que contempla responsabilidades profissionais, familiares e cidadãs. Pensar e julgar, de modo adequado, está entre os maiores desafios existenciais. O apóstolo Paulo, em sua carta aos Romanos, mostra que superar dinâmicas viciadas e obscuras nos modos de pensar e julgar é “regra de ouro”. Um desafio a ser assumido por todos. Afinal, o exercício de pensar e julgar determina procedimentos e escolhas que norteiam o conjunto da vida, a competência para superar crises e encontrar novas respostas para os desafios cotidianos.

É verdade que a capacidade para pensar e julgar, discernir e escolher, depende das próprias vivências, da influência cultural, familiar e de muitas instituições. Mas, acima de tudo, esse processo é uma experiência eminentemente espiritual. Sem reconhecer a importância da espiritualidade, a tendência é se encastelar nas próprias convicções, sem a necessária disponibilidade para permanentemente reavaliá-las. São perpetuados vícios e modos equivocados de lidar com problemas, que exigem soluções urgentes. Tudo torna-se mais difícil.

A Bíblia Sagrada é categórica, ao afirmar que existe somente um único Deus, e clara, ao mostrar que esse Deus, poderoso e único, subsiste eternamente, por meio de três pessoas distintas e co-iguais: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Eu creio assim! Deus é um em sua essência. Essa essência é única e indivisível; não está fragmentada. Pai, Filho e Espírito Santo possuem a totalidade da essência divina. Esse Deus ama e cuida de cada um de nós. Por isso, podemos ter a convicção de que não estamos sós e nem desamparados, porque ele sempre está conosco. Deus nos cerca por trás e por diante, sendo impossível fugir da sua presença (Sl 139:1).

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