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Thammy quer ser padrinho de batismo, a igreja é obrigado a aceitar?

A igreja é obrigado a aceitar que uma pessoa do sexo feminino seja padrinho? na verdade teria que ser madrinha, ou não?

Thammy diz que “igreja é obrigada a aceitar”, mas será que ela não teria de arcar com as consequências da vontade dela?, ela quiz ser transgênero mas não deixou de ser do sexo feminino, portanto pelas doutrinas da igreja, e a tradição da família onde fica?, terá de ser apenas madrinha, doa a quem doer.

Thammy Miranda, conseguiu, em meados do ano passado, alterar em sua certidão de nascimento, do sexo feminino para “masculino”. Quando anunciou nas redes sociais, esta semana, que ela e a namorada Andressa Ferreira(duas pessoas do sexo feminino) foram convidadas para ser “padrinho e madrinha” de uma criança, acabou sendo interpelada por alguns internautas.

Questionada se irá batizar a criança segundo a tradição cerimonial da Igreja Católica, Thammy explicou que sim. O principal argumento é que seus documentos mostram que ela pode ser o padrinho.

“É um afilhado tradicional batizado na igreja católica? Se for, conta pra gente qual igreja aceitou com bons olhos realizar esse batismo. Precisamos falar sobre isso! Tenho essas dúvidas e hoje em dia só encontro igrejas preconceituosas que até filhos de mães solteiras se recusam a batizar”, questionou uma seguidora dela no Instagram.

A resposta de Thammy foi objetiva: “Sim. Hoje com a documentação que eu tenho, no caso, tudo no masculino, são obrigados a aceitar”.

Embora não tenha especificado em qual igreja o batismo da criança será realizado, fica evidente que o importante na lógica LGBT é o direito adquirido, não importando que cada igreja tenha suas doutrinas e práticas estabelecidas.

O padre da paróquia pode até aceitar o documento que mostraria a “prova” de que Thammy pode ser o “padrinho”, mas tem-se a impressão que o próximo passo será querer o casamento homoafetivo em uma igreja.

Afinal, dentro da lógica do movimento LGBT, o líder religioso (padre ou pastor) não poderia se recusar. Afinal, eles “são obrigados” uma vez que os documentos civis são incontestáveis. Ou não?

Gospelprime.

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