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Querem resolver eleição nos gabinetes ou em celas carcerárias, diz Ciro Gomes

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) durante evento em Brasília, disse aos jornalistas que o PT fez aliança de neutralidade do PSB por medo e acusou Lula de agir diretamente para levar o centrão para Alckmin.

O Lula trabalhou para o Valdemar Costa Neto [comandante do PR] ir para o Alckmin. O Lula trabalhou para o PR ir para o Alckmin. E eu me recusei a conversar com o Valdemar por razões antigas. Tá tudo certo. Eu só acho que é um erro grave. E não é nobre, mas ninguém precisa ser nobre. E pegou mal pra cacete. O que é, afinal de contas? É tirar o meu direito de falar uns segundinhos a mais”, afirmou.

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) também foi alvo de críticas por se esquivar de perguntas sobre economia. O candidato de direita foi convidado, porém não participou do evento.

No Brasil, iniciou-se de um tempo para cá, a apologia da ignorância. Porque isso dá uma certa afinidade com o nosso povo. Virou um atributo. ‘Sei de nada não, vou chamar o posto Ipiranga'”, ironizou Ciro Gomes.

Ciro também justificou sua aliança com a senadora Kátia Abreu (PDT), oficializada como sua vice, que, aliás, ele chamou de vice-presidenta. Ela foi ministra da Agricultura do governo Dilma Rousseff  e era ligada a pautas conservadoras.

“Duvido que tenha um petista que tenha sido mais heroico e mais sacrificado que Kátia Abreu foi, com decência e fidelidade à democracia, ao Brasil e a [ex-presidente] Dilma [Rousseff], ao PT. Ela foi expulsa do partido [MDB] pelos quadrilheiros golpistas porque foi fiel [na época do impeachment]”, disse Ciro Gomes.

Aos empresários da construção, falou de quatro pontos que pretende atacar caso seja eleito: Os colapsos do crescimento e fiscal, o endividamento do empresariado e o desequilíbrio da balança comercial brasileira.

O presidenciável criticou a concentração de bancos no país, comparando com o número em países como os Estados Unidos.

“No Brasil, de forma absolutamente irresponsável, permitimos ao longo dos últimos 15 anos que 85% das transações financeiras do país se concentrem em cinco bancos, dois dos quais estatais [Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal], que participam do cartel”, afirmou.

Fonte: Uol

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